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É por se multiplicar a iniqüidade que faz o amor se esfriar de quase todos que se instala a última loucura.

Caminho do Discípulo

A BENCÃO DA SANIDADE MÍNIMA.

Nenhum de nós é totalmente bom da cabeça…

Se somos todos pecadores, somos também todos ruins da cabeça, de um modo ou de outro.

Por isto, não existe o ser “cabeça feita”.

Existe, sim, aquele que não liga para a cabeça de quem quer que seja; e também existe aquele que tenta ser um fazedor de cabeças.

Um sofre de apatia…

O outro sofre de excesso de antipatia… de ser também empaticamente anti-pática, e antipaticamente simpática, quando houvesse a-simpatia essencial nos encontros humanos.

Só Jesus foi capaz disso o tempo todo.

Assim, todos nós somos mentalmente incapazes de viver em perfeito equilíbrio.

Ora, o normal é ser assim: mentalmente incapacitado de certas coisas, ou de certos discernimentos…

A gente entende…

Errar é humano…

Mas isso não nos põe na categoria dos mentalmente doentes. Apenas torna as nossas vidas enfermas da presunção de saúde: que é a doença dos sãos, os que não precisam de médico; ou a doença dos doentes que não querem cura.

Há, todavia, um outro nível básico e cotidiano pelo qual se pode aferir a saúde relativamente aceitável de cada um de nós: pelo modo como nos comportamos em relação ao próximo quando temos a condição de ajudá-lo ou de tornar a vida de todos mais fácil.

Você sabe se uma pessoa é “balanceada” — a própria palavra pressupõe uma oscilação — se ela sabe abrir espaço justo e verdadeiro entre os seus semelhantes.

Num outro nível, ainda mais rotineiro, nós temos que viver a partir da presunção de sanidade coletiva.

É apenas por esta razão que a gente dorme no ônibus, pega um avião, entra num táxi, faz uma curva de carro quando outro carro faz a mesma curva na direção oposta…

Em qualquer dos casos você confia na saúde da interação humana.

O motorista do ônibus quer voltar para casa.

O piloto do avião teria uma maneira melhor de se suicidar do que derrubando o próprio avião.

E o motorista do táxi está apenas tentando ganhar dinheiro, mas se pudesse estaria vendo um bom jogo de futebol sentando na poltrona de casa.

Então, somos os enfermos de mente que temos que confiar na sanidade uns dos outros até para fazer uma curva de carro na esquina…

Aonde isso nos leva?

Bem, para mim leva a mundos infindáveis, mas aqui quero apenas mencionar um deles.

Você já imaginou o tamanho da proteção que Deus dá à mente humana?

Ficamos assombrados com o mar…

Mas, e com a mente?

Ao mar Deus pôs limites, dos quais ele não passará. E ele o obedece.

Mas e quem põe limites àquele que é o pervertedor das mentes pervertidas?

O diabo teria inimaginável poder na Terra se o Deus de Jó não dissesse a ele: “Não lhe toques a mente!”

Nossas “doenças mentais”, em geral, ainda são meigas e dóceis se comparadas àquilo que o “mal” poderia realizar em nós — que temos a mente furada como um queijo suíço! — se não houvesse um capacete invisível sobre as mentes de todos os homens!

Vivemos, entretanto, dias nos quais é possível sentir que a camada protetora está ficando fina…

O Apocalipse nos diz que chega o tempo em que seres antes acorrentados são liberados a fim de atormentar os homens… os quais desejam morrer… e não conseguem.

Daí procederá a pior loucura coletiva!

É a loucura de existir… acompanhada por ardente ânsia de morrer…

Daí é que vem a loucura mais louca e mais destrutiva.

A loucura se instala coletivamente mais do que nunca quando uma coletividade perdeu a significação para existir.

Aí, cumpre-se Apocalipse 9.

Aí, cumpre-se aquilo que a humanidade jamais conheceu: a última loucura!

E é por se multiplicar a iniqüidade que faz o amor se esfriar de quase todos que se instala a última loucura.

O resto é apenas loucura.

O Apocalipse fala dela o tempo todo.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!

Quem tem coração grato, curve-se e adore!

Quem ainda não vestiu o Capacete da Salvação, ponha-o logo sobre a cabeça!

E o Deus da Paz guardará os vossos corações e mentes em Cristo Jesus, o Nosso Senhor!

Caio

Escrito em 2003

…………..

Leitura complementar:

A ERA DA PSICOPATIA

Jesus disse que o esfriamento do amor faria a iniqüidade se multiplicar na Terra. Por outro lado, a multiplicação da iniqüidade esfria todo amor.

Portanto, seja porque o amor esfriou ou porque a iniqüidade se multiplicou, o resultado é o mesmo: a Era do Gelo Final; os homens sem afeto; a vida sem amor; a existência como arte predatória e desalmada.

Hoje a Psicopatia é o mal da Era!

Já foi a Histeria, depois a Depressão, depois o Pânico, e, agora, a Psicopatia.

E pior: não há medicação para fazer amar com amor divino, sublime e verdadeiro!

E mais angustiante ainda:…

De acordo com Paulo em II Timóteo 3, tal Psicopatia atingiria inclusive os crentes dos últimos dias.

Inafetividade, implacabilidade, arrogância, frieza, desconsideração, irreverência, culto ao próprio ego, e, sobretudo, hipocrisia; pois, têm forma de piedade, mas são filhos da Peidade; falam de Deus, porém O negam por suas próprias obras más; sobretudo O negam por suas ações de manipulação do próximo e de sedução dele.

Psicopatia tem graus, níveis e estágios!…

Entretanto, sua maior marca é a falta de culpa quando se erra…, de arrependimento a fim de consertar o erro…, e de afetividade, no caso de nada se sentir quando se ofende o próximo!…

Veja se apesar de todos os cultos que você freqüenta sua alma já não é a de um psicopata.

Sem a prática constante do amor e sem que se exercite nele, toda alma cairá na psicopatia como doença global.

Já é fato; mas ficará tão pior que o Goleiro Bruno nem no banco desse time ficará!

Pense nisso; mas, sobretudo, olhe para o seu próprio coração.

Nele, com o amor que salva da Psicopatia desta Era,

Caio

1 de agosto de 2010

Lago Norte

Brasília

DF

…….

Leitura complementar:

VIVENDO NUMA TERRA SEM “QUASE” NENHUM AMOR

Hoje a noite, não me lembro a razão, Adriana estava falando sobre como seria horrível viver na Terra sem esses que Jesus disse que seriam uns “quase”, uns poucos, em cujos corações o amor não se esfriou e nem esfriará.

Ela saiu do quarto e continuei pensando, e, no processo, associei o que Jesus disse sobre o tema, e o que Paulo afirmou que seriam as características dos homens dos “últimos dias”.

Creio; e para mim é questão de fé e constatação, que a humanidade caminha para uma “quase” auto-extinção; a qual, só não acontecerá totalmente por uma invasão divina no processo histórico; intervenção essa que Jesus chamou de a Vinda do Filho do Homem.

Em meio a tantas coisas ditas por Jesus sobre o assunto, há uma que para mim se torna a mais evidente de todas.

Sim, mais que guerras, revoluções, terremotos, calamidades, revolta da natureza; ou os sinais relativos à Israel como nação; — há um sinal supremo, e que é o mais imaterial de todos, porém, também, o mais sensível de todos; o qual, em minha opinião, marca esse “tempo do fim” até mais do que “o sinal da pregação” do evangelho do reino de Deus a todas as nações.

Isto porque até esse “sinal da pregação” é totalmente impoderável, apesar da presunção estatística da “igreja” de se pensar como o uníco agente do reino de Deus no mundo; e, portanto, aquele que decide onde estão as geografias da perdição e da salvação no planeta.

Sim, o mais forte de todos os sinais, é forte o suficiente para se fazer sentir em toda a Terra, apesar de ser algo de natureza imaterial.

A Grande Bomba é a morte do amor!

É isto mesmo. Falo da morte do amor; pois Jesus disse que no tempo do fim o amor se esfriaria como conseqüência da proliferação do espírito de iniqüidade.

E Paulo parece estabelecer o sinal mais evidente desse tempo do fim quando também faz questão de dizer que não queria que fossemos ignorantes a respeito de como seriam os homens das últimas gerações. Então faz também descrições do que acontece quando o amor desvanece pela proliferação da maldade.

Desse modo, à semelhança de Jesus, Paulo fala de seres inafetivos, de falta de afeto dos pais pelos filhos e dos filhos pelos pais; afirma que o espírito de competição, inveja, ambição perversa, traição, libertinagem, fundamentalismo, facção, e, sobretudo, a construção de um “Deus” de conveniência — sinais de ausência de amor que estariam e estarão mais que presentes na Terra.

Além disso, Paulo também fala de crenças “religiosas-cristãs”, fundadas na ambição do poder e na manipulação da verdade do Evangelho; todas elas dedicadas à manipulação dos homens também. Desse modo, essa seria a marca suprema desse espírito da última hora: a morte quase total do amor!

Ora, já é isso que se vê em toda parte. Pais esquecem os filhos aos quais geraram e nada sentem.

Filhos desconsideram seus pais e se mostram inafetivos. Casamentos se acabam com muita facilidade, pois, terminado o encanto químico, não existe amor para sustentar a vida conjugal.

Isto para não se falar na total falta de amor, de entendimento feito do material do amor, e de compaixão, que são os únicos elementos capazes de vencer a perversa vocação da inteligência humana para realizar tudo o que consegue, tanto para o bem como para o mal.

Desse modo se pode dizer que o que vai “quase” acabar o mundo inteiro é a falta de amor; muito mais do que de água, comida e saúde.

“O amor se esfriará de ‘quase’ todos”, disse Jesus.

Ora, não fossem esses “quase”, esses dinossauros do amor, esses sobreviventes das bombas da maldade, e não haveria, já hoje, nada de amor na Terra.

Você já imaginou como será viver num mundo onde os humanos percam sua humanidade essencial, que é o dom da compaixão-justiça?

Sim, como será possível viver num mundo onde não houver mais “quase” nenhum amor, de nenhum tipo, de nenhuma natureza; mas apenas o poder avassalador da maldade e do reino da vontade, do egoísmo e da perversidade que gera perversão?

Simplesmente não é possível haver vida; mas, no máximo, guerra pela sobrevivência!

O mundo ainda sobrevive porque os “quase” ainda são muitos. Porém, em breve, os “quase” serão quase nada mesmo. E, então, nesse tempo, a Terra será o inferno.

Nele, que nos chama à chama do amor que não se apaga,

Caio

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Caio Fábio
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